segunda-feira, 24 de maio de 2021

MAMÃES E BEBÊS DO MAMA ÁFRICA - ULTIMA PARTE

Com esse post finalizamos a apresentação das 20 mamães e bebês que participaram do projeto Mama África.


Olha a lindeza e alegria da Rainha Ariele e sua princesa Ayane.

"O projeto veio em um momento bem delicado da pandemia e trouxe muita luz e alegria. Fiquei muito feliz em participar de um projeto tão lindo como esse, que enalteceu as mães que com toda dificuldade fazem de tudo por  seus filhos."

Adimirem a beleza da Rainha Adriane Lucas e da Princesa Mirella.

"Assistir Yèyé foi um momento de muita conexão com minha ancestralidade, com meu ser mãe, meu ser mulher. Fui tocada profundamente e fui levada às reminiscências de minha infância e do ser filha de uma ancestral. Gratidão pelo lindo projeto que foi um acalento em dias tão duros 🌻"


Com a alegria esta imagem e o amor presente no relato da Rainha Dalila e da Princesa Laura.

"O Espetáculo Yèyé tornou-me uma criança acolhida nos braços da minha mãe, nos braços da minha avó.
O projeto  Mama África me deu voz, como mulher, mãe e me fez perceber como somos fortes, principalmente quando estamos juntas.
Esse foram meus sentimos, sou grata por ter podido fazer parte de algo tão bonito."


Olha a beleza da Rainha Emanuele e do Príncipe Joaquim. Felicidade, amor e aconchego neste registro.


E com esse registro lindo da Rainha Saory e da princesa Yakini, encerramos as apresentações das mulheres-mães e os bebês participantes deste Projeto chamado Mama África.

Pelo dia que é hoje,  mamãe Oxum nos cubra com seu amor.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.
@funceboficial

#premiodasartesjorgeportugal #programaaldirblancbahia #culturaquemovimenta #teatronegro #teatrobaiano #mulhernegra

MAMÃES E BEBÊS DO MAMA ÁFRICA - TERCEIRA PARTE

O projeto Mama África dialogou com 20 mamães e bebês.


Como não se contagiar com o sorriso da Rainha Naira da Hora e a princesa Dandara da Hora?

"O espetáculo foi um afago, um suspiro e uma cantiga de esperança nesse momento estranho que estamos vivendo"
Obrigada, e parabéns ☺️❤️✊🏿

E esse brilho e beleza da Rainha Andrea e da princesa Maysa?!


Beleza e estilo nesse registro da Rainha Geise Oliveira e do príncipe Gui.

"O espetáculo ativou em mim as memórias das mulheres da minha família, marcas que ajudam a me definir como mulher e hoje mãe. Além de fortalecer uma forma de maternar tendo a referência afetiva baseada no respeito a ancestralidade."


 E essa luz que emana da Rainha Tamar Antunes e da Princesa Iara?!

"O espetáculo-abraço Yeye me envolveu em amor,gratidão e boas lembranças... lembrei de minha vó, senti saudades. Lembrei das águas que atravessaram minha gestação e parto e hoje embalam minha maternidade."


E por fim a beleza da Rainha Luciana Reis e do Príncipe Akin.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.
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MAMÃES E BEBÊS DO MAMA ÁFRICA - SEGUNDA PARTE

O projeto Mama África dialogou com 20 mamães e seus bebês.


Essa lindeza na foto é a Rainha Ludmilla Debesy e a princesa Lara Omo-Obá Debesy.

Vejam que lindo esse relato: "O espetáculo Yèyé é uma linda aula-show de cultura e ancestralidade, pude conhecer um pouco mais das histórias das Yabás, criação e forma do mundo, com muito encantamento".

Essas cheias de pose na foto são  a Rainha Aline Nepomuceno e a princesa Aiyra Dandara Nepomuceno.

Fomos presenteadas com esse relato de Aline feito em versos:
"Avó que conta,
A mãe que nasce junto com o filho (a)
Yeyé é acalanto na alma,
Exaltação da linha materna,
É minha filha
Sou Eu,
Minha mãe,
Minha vó...
É sabedoria Ancestral!"


Essa lindeza na foto é  a Rainha Viviana Schames e o príncipe Ben Schames Caramori.

"Desde que conheci a Josy @acostajosi no curso de teatro na UFRGS pude perceber sua integridade, ela se aprofundava nos que se propunha a estudar e sempre teve uma presença marcante, forte, cativante e muito posicionada de acordo com seus valores. Todas essas características, me fizeram admirá-la imensamente.

Quando eu e o Ben fomos selecionados para participar mais de perto deste processo, como público e como sujeitos na troca com outras mulheres mães e seus pequenos filhotes, neste momento único, que é viver em uma pandemia, eu não sabia bem sobre o que tratava o trabalho, mas tinha certeza de que ia ser forte, como a Josy é em essência. Um trabalho artístico vindo dela sempre vai me bater de uma maneira profunda.

No primeiro encontro com as outras mulheres, cada uma de uma realidade, cidade, momentos diferentes do puerpério, pude constatar que todas tinham muito em comum, principalmente essa solidão nessa fase da vida. Esse abandono por parte da sociedade a mulheres como nós. Vi mulheres que perderam seus empregos por estarem no puerpério. Inclusive eu nem cheguei a colocar isso, mas eu trabalhava em uma Companhia de Teatro fazendo teatro para bebês e seus acompanhantes,que é um ambiente mais arejado e a gente pensa que vai haver um outro tipo de acolhimento e entendimento dessa fase de puerpério e da maternidade, até porque a temática do trabalho era essa, e eu fui excluída dos projeto porque eu "não ia dar conta". Esse foi um motivo pelo qual eu saí da minha cidade natal, e vim me isolar e refugiar em um lugar tranquilo. Que bom que pude fazer isso e encontrar novas parcerias por aqui."


Quanta alegria nessa imagem da Rainha Mayura e da princesa Aimée Antunes de Matos.

Mayura nos disse: "Yèyé me chamou atenção para os detalhes potentes do ser/estar mãe, ser artista e ter a cria junto, isso tudo sendo colorido! Obrigada" 🙌🏾"


Olha só o charme da Rainha Taisa e da princesa Karen. 

Questionada sobre o espetáculo, ela nos disse: "Espetacular!  Me fez pensar muito, principalmente o começo (surgimento) do ser humano. Pensar enquanto ser. Muito bem produzido. Participaria novamente desse lindo projeto. Desejo contar  mais histórias para Karen, me tocou quanto a importância da continuação e contribuição cultural pra o futuro dos nossos filhos."


Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.
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MAMÃES E BEBÊS DO MAMA ÁFRICA - PRIMEIRA PARTE

O projeto Mama África dialogou com 20 mamães e seus bebês.

Essa lindeza na foto é a Rainha Jéssica Dias e seu príncipe Gael.


Jéssica nos enviou essa mensagem ao término da nossa temporada: "Fiquei muito feliz quando li sobre o projeto, mas não imaginei o quanto ele seria especial. O espetáculo foi lindo, me mostrou a grandeza e a força de ser mãe. Me lembrou também da beleza que é gerar, e não só isso, da beleza que é ser mulher".


Acima as belíssimas Rainha Vanessa Acosta e a princesa Antonella Acosta Fassbinder.

Perguntada sobre de que maneira nosso espetáculo a tocou, recebemos essa mensagem:

"Yèyé foi um espetáculo transformador! Lindo de ser assistido, sensível e potente. O que mais me tocou foram as memórias de vó, essas memórias que apesar de serem diferentes para cada um, são muito parecidas."

Essa é a encantadora Rainha Lais Fernanda Boa Morte e o príncipe Heitor Miguel Boa Morte Pinheiro.

Nosso coração se encheu de felicidade com essa mensagem:

"O espetáculo Yèyé me carregou em teus braços, assim como Mamãe Òsún.
Quero dizer que me senti acolhida, cuidada, lembrada, coisa que mãe faz sabe?!
E quem cuida merece cuidado. E foi isso que o projeto me proporcionou, sem falar das lembranças e trocas de experiências.
Adupé Josy Acosta
Adupé Mama África
Adupé Yèyé
Adupé mamães
Adupé a todos os envolvidos"


As duas lindas da foto são a Rainha Ivana Silva Freitas e a princesa Nina Mahin Freitas Bispo.

Quando ela  reflete sobre nosso projeto, nos diz: "Direito à maternidade negra".


E para finalizar esse post a Rainha Edvalda Fragoso e sua princesa MaFlô Fragoso

Edvalda nós disse: "Me senti abraçada e acolhida durante todo o espetáculo pois as estórias contadas traziam a linguagem universal do amor advinda da nossa ancestralidade, que reverbera na minha maternidade".

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NOSSO PROJETO ESTÁ CHEGANDO AO FIM

Nosso projeto está chegando ao fim: ao longo de três meses nos dispomos a ouvir, a falar, mas cuidando das palavras como quem cuida de um bebê, prezando pelo afeto entre todos os envolvidos no processo. 

Na época que iniciamos o projeto, o curto prazo de execução exigiu um trabalho intenso, sabíamos que não seria fácil, mas deu certo e valeu a pena!

Em 7 dias de exibição, fomos presenteadas com quase 800 visualizações do nosso Espetáculo Yèyé, e presenteamos mães e filhas(os) que se inscreveram para participar da nossa plateia virtual. Ambos ganharam uma camiseta com arte exclusiva da camisaria Baiana BlackPim, nossa forma de buscar estabelecer um contato real em tempos de convivência com o virtual. 

Então, nos próximos dias nosso feed será dedicado a essas Rainhas, Deusas, mulheres lindas que exercem com maestria a maternidade em tempos de pandemia. 

Essa foi a arte dos presentes que mamães e bebês ganharam. Obrigado @blackpimoriginal por essa parceria!

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VÓ É MÃE DUAS VEZES



Vó é mãe duas vezes, já assistiu Yèyé? Uma homenagem a sabedoria da nossa Vovó Cici, a Vovó Nanã que é a mãe primordial do ser humano, e a todas as mulheres-mães que estão maternando da melhor forma nesta pandemia. 

Neste click, de Ismael Silva, está Negrizu @negrizusantos (que representa o personagem Exu na peça), a atriz Josy Acosta @acostajosi , o músico Gabriel Carneiro @gabdolly e a percussionista Juliana Almeida @soujulialmeida . 

Todos vestem a camiseta feita pela BlackPim @blackpim, que homenageia Vovó Cici e representa nossa atriz mirim Maisha tomando a benção à vovó. Desliza e confira a foto original que inspirou a ilustração feita por Pablo Santos @pimpas86

Link do espetáculo na bio

Foto: Ismael Silva

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MAISHA, NOSSA ATRIZ MIRIM

Uma homenagem a nossa atriz mirim Maisha, afinal toda mãe um dia já foi filha. Essa lindeza é filha da atriz Josy Acosta e Edmilson Cardoso, e faz participação em uma das cenas do espetáculo Yèyé, passa lá no nosso youtube e veja que encanto.

Link do espetáculo na bio

Foto: Ismael Silva

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QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - TONI EDSON

Laroyê!
Toni Edson, um dos fundadores do Grupo Ìwà, é o compositor da trilha sonora do espetáculo Yèyé, e claro que ele também foi presenteado. Recebeu lá em Maceió a camiseta da marca @blackpim.original feita exclusivamente para o Espetáculo. E assim assistiu a estreia juntinho com a gente! Já assistiu? Corre que o Link tá disponível na bio!
Coloca aqui nos comentários qual música você mais gostou.

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sábado, 3 de abril de 2021

YÈYÉ ESTREIA HOJE NO YOUTUBE

Está chegando a hora!! 


Hoje, sábado, 03 de abril às 16h estreia Yèyé, o novo solo de contação de histórias de Josy Acosta.

Espetáculo realizado a partir de uma pesquisa de campo, na qual essa mãe-artista ouviu a griote Vovó Cici contar histórias. A apresentação segue a linha dos trabalhos anteriores do grupo Ìwà no qual são utilizados recursos musicais e corporais para contar histórias.  Um espetáculo que diáloga com as memórias da atriz, saúda a orixá, que é considerada a mãe ancestral do ser humano, e se propõem a aconchegar mulheres que vivenciam a maternidade em tempos de pandemia. Você sabe quem é? Yèyé, em Yorubá pode ser traduzido como mãezinha.

Venham ver e ouvir Yèyé no nosso canal, ativa o sininho e vamos juntas prestigiar essa estreia!

bit.ly/iwagrupo



FICHA TÉCNICA: 


Produção: Acosta Produções Artisticas


Josy Acosta- coordenadora de produção, roteirista, diretora e atriz.

Maisha Bárbara- atriz mirim

Karla Janaína- produtora Executiva

Amanda Cervilho - assistente de direção

Francine Cardoso- assistente de Produção.

Lusiane Acosta- assistente de produção Porto Alegre

Negrizu- preparador corporal, coreógrafo e dançarino

Vovó Cici- griot entrevistada

Toni Edson- compositor

Pedro Acosta- diretor musical e arranjador

Gabriel Carneiro- músico instrumentista/arranjador

Juliana Almeida- percussionista

Brunno Barboza- Preparador vocal

Alex Ferreira- Produtor Musical

Pablo Santos - ilustrador

BlackPim e Francine Cardoso-Figurino 

Maquiagem: Douglas Navarro

Costureiro: Adriano Silva/ Maria Luiza Santana

Ismael Silva- Fotógrafo

Bruna Immich- gestão de mídias/iluminadora

 Cícero Neves- assistente de iluminação

Jeferson Souza- técnico de som

Amanda Nascimento: programadora visual

Magno Black - vídeo mapping

Márcio Soares e Uriel Santana- imagens teaser processo criativo  

Márcio Soares e Carine Araújo- edição teaser processo criativo 

Iele Portugal e Roberta Amaral - Assessoria de Imprensa


Ori Imagem e som- Produção audiovisual

Ailton Pinheiro- Diretor  de audiovisual

Direção de Fotografia/ Cinegrafista: Marcos Alexandre

Cinegrafista: Wesley Rosa

Técnico de Som / Edição de Som: Herison Pedro

Montador e Colorista - Filipe Louza


Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - JEFERSON SOUZA

Conheça um pouco mais sobre Jeferson Souza, Técnico de Som do espetáculo Yèyé do projeto Mama África.


Jeferson Souza ou DJ Jeferson Souza, pai da Maria Júlia, começou no ramo da sonorização no ano de 1991, carregando equipamentos para serem montados em eventos, onde surge seu interesse e aprendizado pelo mesmo.

Em 1999 ingressou nas noites de salvador como iluminador e DJ assistente nas boates "Mama Dancing" e "Pomerô Dance Club", ambas situadas no Centro Histórico de Salvador - Pelourinho.

Passou por algumas empresas de sonorização da capital baiana e, desde 2011, administra sua carreira como autônomo, prestando serviços junto a empresas, bandas e grupos teatrais.

Técnico de espetáculos do Bando de Teatro Olodum; Coordenador Técnico do Festival Internacional Latino Americano de Teatro - Filte; Responsável Técnico da Abertura do Novembro Negro de 2017 a 2019; Responsável Técnico do Espetáculo Sarauzinho da Calu (Ganhador do Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo Infanto Juvenil 2020). Responsável pela sonorização de artistas como: Dão e a Caravana Black; Samba Trator; Genard Mello.

Já passou por diversos espaços de arte dentro e fora do estado da Bahia, sempre deixando sua marca: qualidade e atenção em todos os serviços prestados.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - LUSIANE ACOSTA

O projeto Mama África é como as águas do Rio, contorna as pedras e é alimentado pelos seus afluentes. Conheça agora a Assistente de Produção do espetáculo.



Lusiane Acosta, mãe do Rodrigo, graduanda de Administração pela Faculdade Estácio-RS, Corretora de Imóveis, Técnica de Contabilidade, Gerente Operacional, Organizadora de Eventos pelo Senac RS, Assistente Administrativa, Assistente de Produção, CEO na empresa AFROBEAT Serviços de Organização de Festas e Eventos. Como muitas mulheres negras tem se reinventado durante essa pandemia, realiza serviço de maquiadora e trancista a domicílio.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.


PRESENTE DAS MAMÃES TÁ CHEGANDO!

 Bom dia Brasil! 


Essa semana, mães da Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão presenteadas através do Projeto Mama África. Mamãe e bebê ganharão uma vestimenta com estampa exclusiva feita pela marca Blackpim.

Ah, dia 03 de abril, às 16h, tem estreia do espetáculo, sigam a página do Grupo Ìwà no YouTube 

bit.ly/iwagrupo

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.


QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - PEDRO ACOSTA

O projeto Mama África é como as águas do Rio, contorna as pedras e é alimentado pelos seus afluentes. Conheça agora o Arranjador e Diretor Musical do espetáculo.



Pedro Acosta, é filho de Líbia Acosta, sua mãe sofreu violência doméstica, mas conseguiu criar e educar seus 5 filhos sozinha.

Pedro nasceu em 02 de julho de 1980 no hospital Santa Casa de Misericórdia em Porto Alegre, e viveu sua infância, adolescência e vida adulta como morador do Campo da Tuca, comunidade localizada na zona leste da cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Tem formação técnica em Magistério series iniciais, Curso de Produção Musical, Licenciatura em Música pelo IPA, especialização em Educação Musical pela FEEVALE, mestrado e doutorado em Etnomusicologia e musicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Atualmente é professor efetivo da prefeitura de Porto Alegre e também do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Em suas pesquisas tem se dedicado a estudar a luta política negra no Rio Grande do Sul, o legado do Protagonismo Negro, bem como seus impactos na comunidade negra e periférica, não abandonando a luta comunitária em sua produção acadêmica e nem suas ações na comunidade do Campo da Tuca.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - AILTON PINHEIRO

 Conheça um pouco mais sobre Ailton Pinheiro, diretor de audiovisual do projeto Mama África.



Ailton Pinheiro É CEO da Ori Imagem e Som Produções Cinematográficas, é Cineasta, Produtor Executivo e Roteirista. Mestre em Estudos Étinicos e Africanos (UFBA), com pesquisa nas áreas de Cinema Africano, Cinema e narrativa, Graduado em Comunicação em Multimeios – (PUC-SP). Estudou na AIC e La Film- Latin American Institute, Atua no mercado audiovisual desde 2006. Atualmente é Diretor de dois Longas Metragens um em fase de contratação e vencedor do Edital de Arranjos Regionais, da Secretária de Cultura do Estado da Bahia em parceria com FSA- Ancine chamado "Um percurso sobre o corpo e Ancestralidade”. O outro em fase de desenvolvimento se chama "Vovó Cici vai ao Benim", já Licenciado para o CINEBRASILTV e, após produção, será exibido e distribuído pelo canal a nível nacional. É Produtor Executivo de dois Curtas Metragens vencedores do Edital Setorial de Audiovisual da Secretária de Cultura do Estado da Bahia 2019. É Produtor Executivo da Série de Animação Afrofuturistas, vencedora do Edital de Desenvolvimento da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia(2019). Foi Coordenador do Núcleo de Conteúdo Mandacaru Filmes, durante 03 anos onde ajudou a criar mais de 46 conteúdos, conseguindo viabilizar a captação e produção, em editais públicos e privados. Dirigiu 3 Curtas Metragens e um Média Metragem, como Produtor Executivo produziu 15 Curtas Metragens de Ficção, 5 Telefilmes, 4 Séries e assina também a Produção Executiva de 10 Médias Metragens de documentário 26′ para Televisão.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - REBECA CASTRO

 Conheça um pouco mais sobre Rebeca Castro, contadora do projeto Mama África.


Especialista em Contabilidade Fiscal, graduada pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB (2011) possui mais de 10 anos de experiência. Trabalhou na área administrativa, financeira e contábil em empresas renomadas, tendo sólido conhecimento em Tributos, Análise Contábil e Contabilidade / Prestação de Contas de Projetos Culturais. Em 2016 iniciou o gerenciamento do setor contábil em uma Rede de Supermercados, adquirindo assim, grande experiencia como Gestora Fiscal, trabalhando com empresas Normais, enquadradas no LUCRO REAL e PRESUMIDO. Hoje dá continuidade a este trabalho e, simultaneamente, realiza assessoria Contábil-Administrativa para empresas enquadradas no SIMPLES NACIONAL, em qualquer ramo de atividade.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - AMANDA NASCIMENTO

Conheça um pouco mais sobre Amanda Nascimento, designer do projeto Mama África.



Amanda Nascimento é artista visual formada pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Atua como designer gráfico há 9 anos, criando identidades visuais para empresas e grupos artísticos nacionais e internacionais.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal. 

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - BRUNA IMMICH

Conheça um pouco mais sobre Bruna Immich, iluminadora e gestora das mídias do projeto Mama África



Bruna Immich é profissional com mais de 13 anos de atuação no mercado cultural e com intensa vivência em planejamento, elaboração, organização, coordenação e execução de projetos na área da cultura. Possui experiência na coordenação técnica de eventos nacionais e internacionais aos quais, também, foi responsável pela seleção e coordenação das equipes de trabalho nas áreas de iluminação, som e audiovisual. Mudou-se para Salvador em novembro de 2018 e, em meio a pandemia, especializou-se Marketing Digital e Redes Sociais.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - GABRIEL CARNEIRO

Conheça um pouco mais sobre Gabriel Carneiro, músico no projeto Mama África e integrante do grupo Ìwà.


Gabriel Carneiro é músico, ator, técnico de áudio e produtor musical. Com formação em violão clássico no curso de extensão da UFBA (2007-2009) e diversas oficinas de teatro, entre elas “Ojuinan- treinamento de atores” com Fernanda Julia (2014), Oficinão Finos Trapos (2014), Teatro Físico com o grupo alemão Antagon (2015) e outras. Formado em áudio pela Pracatum e dB cursos de áudio com Fernando Gundlach.

Como técnico de áudio participou de espetáculos como Volta Seca de Edmar Dias, Remendo Remendó (A Outra). Como musico e ator: Usina Conta Zumbi (GrupUsina), Somos Todos Quilombo (Antagon e Vilavox), Pindorama (Aldeia Coletivo Cênico), Musica de Quinta (A Outra), Histórias da Chuva (Grupo Iwá), entre outros.  

Atualmente é membro da banda Los Perifas e do duo C’Alma, além disso atua como diretor musical no Coletivo das Liliths e no Grupo de teatro Finos Trapos.

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QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - PABLO SANTOS

Conheça um pouco mais sobre Pablo Santos, ilustrador do projeto Mama África


Pablo Santos, também conhecido como Pimpolho. Homem negro, empreendor, criador da marca Blackpim, Pai de Benjamin , Ogã de Osun , Ilustrador, Designer em formação, serigrafista, eterno estudante das artes e nas horas vagas amante de uma boa cerveja.

Acumulou como experiência: o curso de webdesigner pelo Senai Cetind; Curso profissionalizante de designer pela Pracatum; Designer de interiores ( incompleto) – Unifacs

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quinta-feira, 11 de março de 2021

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - JULIANA ALMEIDA

 Conheça um pouco mais sobre Juliana Almeida, percursionista no projeto Mama África.



Juliana Almeida é formada em comunicação social, mulher negra, baiana, artivista, capoeira, publicitária, produtora artística, profissional da música com a percussão a um pouco mais de dez anos.⠀

Cria do Engenho Velho da Federação, possui experiência em práticas corporais com capoeira e yoga, e a partir dessas experiências cria diálogos com os universos populares e contemporâneos. Empreende desde 2015 com a Preta Pretinha Comunicação e Art @pretapretinhaart de forma independente, colaborativa e impulsora nos caminhos.

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QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - IELE PORTUGAL

Conheça um pouco mais sobre Iele Portugal, assessora de imprensa do projeto Mama África


Iele Portugal, mulher negra inquieta , neta, filha, mãe, soteropolitana, jornalista, pedagoga e empreendedora curiosa em busca de novas descobertas.

Traz na bagagem experiências vividas no Jornal A Tarde (Caderno A Tardinha) contação de histórias para o público infantil; jornalismo na Rádio Educadora; assessoria de comunicação para os Projetos: Mulher e Mídia , Real Rotação e Mais Amor entre nós; assessoria de clipping para as empresas: Midiaclip, Varjão e Associados, Digitalclip e Navii Informação Inteligente; coordenção do monitoramento de mídia para as campanhas de: Bruno Reis, ACM Neto, Paulo Souto, Mirella Macedo, Moema Gramacho, Lídice da Mata e Luiz Carlos Caetano e atualmente responsável pela comunicação e administrativo da empresa @blackpim.original , uma camiseteria baiana.

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terça-feira, 9 de março de 2021

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - FRANCINE CARDOSO

Conheça um pouco mais sobre Francine Cardoso, assistente de produção do projeto Mama África


Francine Cardoso, mulher negra candomblecista, Ekedji do Terreiro Humpame Savalu Vodun Zo Kwe, soteropolitana, Pós graduanda em direito civil e processual civil, Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador.  Atuou na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial - SEPROMI, como também no Gedem - Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e o GEDHIS - Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação.

Licenciada em Dança pela Universidade Federal da Bahia, a qual também se qualificou como técnica em iluminação artística pelo Teatro do Movimento (UFBa).

Já viajou muito com a dança onde pode trabalhar em alguns países como Turquia, Espanha, Portugal e Rússia.

Trabalhar com produção é seu hobby predileto, produzindo desfiles, fotos, eventos de moda, de samba e muitos mais.

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DIA DA MULHER

 


Logo que todos os orixás chegaram à terra organizavam reuniões e as mulheres não podiam participar. Oxum, revoltada por ficar de fora, resolveu mostrar seu poder e sua importância. Tornou estéreis todas as mulheres, secou fontes, deixou a terra infecunda. Sem opção, os orixás, foram obrigados a permitir que Oxum participasse das reuniões e tivesse o poder sobre as decisões. Imediatamente as mulheres tornaram-se fecundas e todos os projetos obtiveram resultados positivos. Nesse conto Oxum nos ensina a ver para além das brechas do navio. Organizando e reorganizando, em combate a um estado que nunca nos foi favorável.

A voz de Oxum está ecoando, ela nos convida a ação, a lutar por nossos direitos. Qualquer avanço adquirido por mulheres negras nunca será um avanço individual, nosso avanço é a transgressão de toda uma sociedade. Comemoremos o dia de hoje pelas conquistas das nossas ancestrais, pela nossa conquista e a conquista das nossas sucessoras. Nossa homenagem neste dia internacional da Mulher a Vovó Cici, Josy Acosta, Karla Koimbra, Maisha Bárbara, Francine Cardoso, Bruna Immich, Amanda Nascimento e Iele Portugal, algumas das Mulheres que fazem o Mama África acontecer.

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QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - KARLA JANAÍNA

Conheça um pouco sobre Karla Janaína produtora executiva do projeto Mama África e integrante do grupo Ìwá




Atriz, diretora e produtora, Karla cursa Licenciatura em Artes Cênicas – UFBA. Costuma dizer que quando se tornou atriz foi criada a necessidade de produzir, mas foi em 2007 na empresa de comunicação e cultura Hiperativa que deu seus primeiros passos na arte de produção, produzindo o grupo musical Menos Um no Quarteto( 2010-2013), espetáculo teatral, prospecção e seleção de atores, para comerciais, conteúdo para youtube. Ainda nesta linha trabalhou em TV WEB’S – VIEWS TV e TRICOTADOS pela empresa CAST4 (2009 – 2011). VIEWS TV foi a primeira TV WEB a transmitir ao vivo o Festival de VERÃO Salvador.

No teatro foi anjo dos festivais de Teatro, FILTE- Bahia, e FIAC - (2013). Em 2014 iniciou como Assistente de produção na empresa Acosta Produções Artísticas, onde ingressou no ramo da produção musical, trabalhando com nomes do cenário baiano como Inaicyra Falcão, Juraci Tavares, Grupo Botequim e Trivial. Foi assistente de Produção do projeto Tela Viva, do artista visual Marcos Costa. Também foi assistente de produção de Susan Kalik pela Modupé produções no projeto OROAFROBUMERANGUE na montagem do espetáculo Oxum do grupo NATA (Núcleo Afro-Brasileiro de Teatro de Alagoinhas) março/dezembro 2018.

No cinema foi estagiária de Produção do curta metragem AS BALAS QUE NÃO DEI AO MEU FILHO, EDITAL: MINC - 04/2017 Assistente de produção no curta metragem SOBRE NOSSAS CABEÇAS -EDITAL SETORIAL DO AUDIOVISUAL FCBA– 2019.

Desde 2014 segue com Acosta Produções Artísticas produzindo arte negra, e está feliz em participar deste belo projeto Mama África onde o amor vem dos ventres ancestrais.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - NEGRIZU

 Conheça um pouco mais sobre Negrizu, preparador corporal do projeto Mama África



Bailarino, ator, Mestre Griot da tradição oral e instrutor de técnicas artísticas. Com formação autodidata em artes cênicas e técnicas corporais, concluiu o ensino médio e estudou a dança moderna e a dança afro contemporânea nos cursos de extensão da Escola de Musica e Artes Cênicas - EMAC/UFBA. Mestre Griot da tradição oral do ponto de cultura Espaço Cultural Pierre Verger, no projeto Ação Griot, do MINC.

Dirigiu o grupo de dança do bloco afro Ylê Aiyê e o grupo Deuses em Transe sob a coordenação de Gilberto Gil, com apresentações na França e Inglaterra. Atualmente é destaque do Bloco Afro Olodum, onde presta serviços como arte educador e coreógrafo.

Integrou por mais de 10 anos a Banda Ilú Batá, vinculada ao departamento de dança da UFBA e coordenada pelo professor e bailarino americano Clyde Morgan, apresentando-se em Festivais, Feiras de Cultura e Ciclos de Dança em varias capitais do Brasil.

Integrou a comitiva artística que viajou a África passando por países como Costa do Marfim, Togo e Benin na companhia de pesquisadores incluindo o antropólogo Pierre Verger. Interagiu com os bailarinos do balé nacional do Benin, o antigo Dahomé.

Ministrou workshop sobre a dança afro contemporâneo em varias capitais do Brasil e da Europa. E aulas no III Encontro de Arte Negra do departamento de Dança da UFBA.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

quinta-feira, 4 de março de 2021

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - TONI EDSON

Conheça um pouco mais sobre Toni Edson, fundador do Grupo Ìwà, e no projeto Mama África será responsável pela composição musical do espetáculo.


Toni Edson é ator negro sergipano que sobe aos palcos aos 11 anos de idade. Torna-se dramaturgo, diretor, compositor e ator de forma autodidata e, a partir de 1998, inicia sua formação através de cursos. Desde 1999 é contador de histórias e em 2006 passa a ser formador de contadores. Tem sua pesquisa direcionada para contos africanos e contos populares do Brasil.

Ator profissional desde 2000, trabalhando com teatro de rua a partir de 2003, modalidade teatral em que concentra sua pesquisa de forma mais efetiva. Fez parte do Grupo A de Teatro, que depois se torna Africatarina, compôs o quadro do grupo Cachola no Caixote e atualmente é membro fundador da Trupe Popular Parrua (SC) e do Grupo Iwá (BA).

Licenciado em artes cênicas (UDESC), Mestre em Literatura Brasileira (UFSC) e Doutor pelo do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade federal da Bahia (PPGAC/UFBA), estudando procedimentos e tradição oral de contadores de história africanos como inspiração para rodas de história na rua.

Foi professor universitário de Prática Teatral (UDESC) e do curso de Artes Cênicas da UFSC. Desde 2013 é professor de Encenação e Teatro de Rua da Escola Técnica da Universidade Federal de Alagoas (ETA/UFAL).

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldair Blanc Bahia) via Lei Aldair Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

QUEM FAZ O MAMA ÁFRICA - JOSY ACOSTA

Conheça um pouco mais sobre Josy Acosta, atriz fundadora do Grupo Ìwà, e no projeto Mama África é coordenadora de produção, atriz-pesquisadora e assinará a direção do espetáculo.




Josy Acosta, é mulher negra, mãe, natural de Porto Alegre (RS) e está radicada em Salvador (BA) há 10 anos. Sua formação de atriz foi na Escola de Teatro Popular da Tribo de Atuadores Ói nóis Aqui Traveiz.

É professora Licenciada em Teatro, com láurea acadêmica, pelo Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestra em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia.

Foi integrante do Grupo de Teatro Caixa-Preta e é atriz fundadora do Grupo Iwá, grupo de teatro negro e contação de histórias sediado em Salvador.

Proprietária da empresa Acosta Produções Artisticas, fundada em 2013, cuja missão é difundir produções artísticas que valorizam o legado cultural afrodescendente.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldair Blanc Bahia) via Lei Aldair Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

CONFIRA AS MAMÃES SELECIONADAS DO PROJETO MAMA ÁFRICA

 O grupo Ìwà torna público os nomes das mães selecionadas para serem presenteadas através do projeto Mama África.



Foram 38 inscritas e 20 selecionadas. Entre elas mães de Salvador e interior da Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As mães participarão de um diálogo virtual sobre maternidade com Josy Acosta, mãe, atriz e idealizadora do projeto, além de um bate-papo após a estreia do espetáculo prevista para o fim de março no YouTube.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldair Blanc Bahia) via Lei Aldair Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

VOVÓ CICI

Na antiga cidade de Ilê-Ifé, na África, os mais velhos eram responsáveis pela educação da comunidade. Iam ao mercado – lugar onde pessoas das mais diversas origens se encontravam, sentavam-se à sombra de uma árvore sagrada e transmitiam ensinamentos por meio da oralidade (contação de histórias).

Em Salvador, mais precisamente no Engenho Velho de Brotas, Vovó Cici, como é conhecida por todos, dedica seu tempo à transmissão da sabedoria ancestral afro-brasileira no Espaço Cultural Pierre Verger.

Começou a contar historias, ainda quando menina, tomando conta dos irmãos. Iniciada para Oxalá, no terreiro Ilê Axé Opô Aganjú, do babalorixá Obaryn, aprendeu junto aos mais velhos as historias dos orixás. Historias essas que ela faz questão de compartilhar com quem quiser ouvir. “Ouvi de uma francesa que Griote significa semente pequenina. Eu sou uma semente pequena que um dia pode ser que germine ou não” afirma Vovó Cici.

Simbolicamente as sementes das historias que ela conta são germinadas de diferentes formas, no nosso caso, suas histórias serviram como inspiração para a construção do nosso novo espetáculo com estreia prevista para fim de março no YouTube.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldair Blanc Bahia) via Lei Aldair Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Foto: Ismael Silva
Texto: Iele Portugal

NOVA MARCA DO GRUPO ÌWÀ

Tempo de mudar, tempo de semear, tempo de florescer. Com felicidade compartilhamos a nova marca do Grupo Iwá!



O que você vê?

Nós vemos a realização do sonho coletivo de ouvir nossa ancestralidade, reverenciar nossos mais velhos e dar voz a histórias vindas do continente berço da humanidade: África.

" Se eu disser que sou mais um
Cuidado não tropeçar
Se eu disser que sou teatro
É para buscar àse Ìwà
Se eu disser que sou mais um
Cuidado não tropeçar
Se eu disser que conto histórias
É para buscar àse Ìwà"
Canção de Toni Edson

Arte gráfica: Zezé Ifatolá Olúkemi